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Estudo Americano comprova os benefícios da creche.

  • Foto do escritor: Espaço Bambolê
    Espaço Bambolê
  • 30 de set. de 2018
  • 3 min de leitura

Atualizado: 1 de out. de 2018



Uma ótima notícia para os papais e mamães que se sentem culpados por colocar seu bebe na creche escola.

Um amplo estudo publicado no periódico Child Development, USA, concluiu que as crianças que frequentam creches escolas desenvolvem-se melhor, acadêmica e socialmente na adolescência.

A partir desse estudo, o governo americano, documentou que as creches de boa qualidade estão associadas ao formidável desempenho escolar e cognitivo das crianças no futuro.


“Creches de qualidade parecem dar um impulso para o desempenho acadêmico, talvez por favorecer a aquisição precoce de competências pedagógicas”, disse James A. Griffin, deputado da NICHD Child Development & Behavior Branch.


Os estímulos adequados nos primeiros anos de vida influenciam diretamente no desenvolvimento cognitivo, psicomotor, criatividade, socialização e memória.

Professora de Políticas Públicas e Linguagens da Infância da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Maria Angela Barbato Carneiro, ressalta que “a criança estará submetida a um processo de estimulação que ajudará na alfabetização, na coordenação motora, na observância de regras e na criatividade. Terá mais condições de desenvolvimento.

Os pais, às vezes, não contam histórias, não leem livros, e a criança fica à margem desse estímulo.



O Espaço Bambolê desenvolve seu trabalho apoiando-se nos sete eixos de aprendizagem baseados na segurança, acolhimento e condições para o desenvolvimento subjetivo e intelectual das crianças.

1. Exploração de objetos e ambientes devidamente planejados;

2. Estímulo da linguagem oral, comunicação;

3. Desafios corporais por meio de atividades psicomotoras;

4. Ensino Bilíngue;

5. Identidade e autonomia;

6. Linguagem musical e expressão corporal;

7. Atividades sociais e ecológicas.


Os espaços foram planejados especialmente para atender crianças de 4 meses a 3 anos de idade. As atividades desenvolvidas em cada um dos espaços procuram estimular a atenção e o interesse das crianças num ambiente colorido, aconchegante, seguro e limpo. O foco é despertar o mundo de imaginação e brincadeiras, que são o principal meio para introdução dos pequenos ao processo de letramento e alfabetização.


O Espaço Bambolê oferece ambientes preparados para as atividades propostas:

· No playground: as crianças se divertem brincando com areia, velocípedes e balanço.

· Nas salas de estimulação: cantam as cantigas, manuseiam brinquedos de encaixe, blocos de construção, dançam e ouvem histórias e poemas.

· No water play: exploram a água com autonomia e sem medo de se molhar.

· No Jardim e horta: plantam, regam e aprendem sobre o ciclo de vida das plantas.

· No espaço de artes: experimentam variadas técnicas e produzem itens com materiais recicláveis.

· No Refeitório: se alimentam e aprendem sobre alimentação saudável.

· No lactário: faz-se o manuseio de chupetas e mamadeiras, além de oferecer espaço para amamentação.

· Na sala de sono: os pequenos desfrutam de ambiente tranquilo e aconchegante que garante o repouso e favorece o crescimento saudável.

· No espaço de banho e troca: aprendem como cuidar do corpo e constroem consciência de si mesmo.

· Sala de triagem: local para receber os bebês e crianças que ainda não andam para checagem de como chegaram no Espaço Bambolê e serem registradas as ocorrências que forem observadas, por exemplo, se o bebê já veio assado, com picada de inseto, machucado, etc.


Proposta Pedagógica:


Para nós, a interação social torna-se o espaço de constituição e desenvolvimento da consciência do ser humano desde que nasce (VYGOTSKI, 1991). Muitas vezes vista apenas como um ser que ainda não é adulto, ou é um adulto em miniatura, a criança é um ser humano único, completo e, ao mesmo tempo, em crescimento e em desenvolvimento. É um ser humano completo porque tem características necessárias para ser considerado como tal: constituição física, formas de agir, pensar e sentir. É um ser em crescimento porque seu corpo está continuamente aumentando em peso e altura. É um ser em desenvolvimento porque essas características estão em permanente transformação. As mudanças que vão acontecendo são qualitativas e quantitativas - o recém-nascido é diferente do bebê que engatinha, que é diferente daquele que já anda, já fala, já tirou as fraldas. O crescimento e o desenvolvimento da criança pequena ocorrem tanto no plano físico quanto no psicológico, pois um depende do outro.



Embora dependente do adulto para sobreviver, a criança é um ser capaz de interagir num meio natural, social e cultural desde bebê. A partir de seu nascimento, o bebê reage ao entorno, ao mesmo tempo em que provoca reações naqueles que se encontram por perto, marcando a história daquela família. Os elementos de seu entorno que compõem o meio natural (o clima, por exemplo), social (os pais, por exemplo) e cultural (os valores, por exemplo) irão configurar formas de conduta e modificações recíprocas dos envolvidos. No que diz respeito às interações sociais, ressalta-se que a diversidade de parceiros e experiências potencializa o desenvolvimento infantil.

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